domingo, 27 de fevereiro de 2011

SILVER PHOENIX - Beyond the Kingdom of Xia (Silver Phoenix #1)

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"Ninguém quer Ai Ling. E no fundo ela está aliviada, apesar da desonra que causou a sua família, por não estar comprometida e ser livre, não a esposa subserviente de um estranho. (...) Mas agora, algo está atrás dela. Algo assustador, uma força que ela não consegue compreender."
SILVER PHOENIX: Beyond the Kingdom of Xia (Silver Phoenix #1)


Cindy Pon
338 páginas (hardcover)
Greenwillow, 2009.




Silver Phoenix: Beyond the Kingdom of Xia (“Fênix de Prata: Por trás do Reino de Xia”, em uma tradução livre) é o livro de estréia da escritora Cindy Pon, nascida em Taiwan e criada nos Estados Unidos. Sua sequência (e livro que fecha a estória, sem trilogia, quadrilogia ou 27 livros para contá-la, thank you very much) se chama Fury of The Phoenix e já está em pré-venda, com lançamento previsto para começo de abril.

Ok, devo alertá-los que sou meio suspeita para fazer essa resenha porque, bem, sou uma otaku. E gosto do filme Mulan. Gosto MUITO do filme Mulan (sim, aquele da Disney, me processe.)

"Os Hunos invadiram a Chinaaa!" (sei que esta fala não corresponde à foto acima, ok?)

Bem, Silver Phoenix acompanha a jornada de Ai Ling. Após ser recusada como noiva no que seria um casamento arranjado e, conseqüentemente, desonrar a sua família (como em Mulan. Eu disse!), a protagonista não deixa de estar aliviada: ela nunca quis aquele casamento com um completo estranho, nunca quis ser subserviente nem ter que deixar de usar suas tranças (mulheres casadas deviam usar os cabelos presos na China antiga). Poucos dias depois desse episódio, seu pai é convocado a aparecer na corte do imperador, de onde fora expulso anos antes, acusado injustamente de traição. Ele parte em direção ao palácio imperial, mas quase um ano se passa sem que Ai Ling e sua mãe tenham notícias dele.A situação financeira da família começa a deteriorar e Ai Ling decide lançar-se numa viagem rumo ao palácio imperial, em busca de seu pai. No meio do caminho ela encontra Chen Young e Li Rong. As circunstâncias unem o trio numa jornada rumo ao palácio, em uma viagem repleta de monstros do folclore chinês tentando impedi-los a qualquer custo de chegar ao seu destino. Mas por quê?

Esse é o início da estória narrada em Silver Phoenix. Trata-se de uma fantasia, mas não no estilo que estamos acostumados a ver. A verdade é que a maior parte de livros do gênero remete a uma Europa feudal (aliás, sem generalizações: a uma França feudal e outros países que conheceram essa forma de organização) e insere nela elementos mágicos como parte do cotidiano das personagens. Mas em Silver Phoenix a estória se passa no Reino de Xia, que nada mais é do que uma referência clara à China antiga. Com tintas de folclore chinês, em sua jornada Ai Ling vai encontrar deuses, demônios e monstros incomuns, que são um prato cheio para qualquer fã da cultura oriental.

A estória tem também seus pontos fracos, determinados acontecimentos desencadeiam-se muito rápido, quando poderiam ser melhor desenvolvidos, e eu sinceramente acho que “o grande cara mau” poderia ter tido mais tempo dedicado a ele e a sua estória. Os poderes de Ai Ling também se desenvolvem de modo meio “atropelado” e tem limitações muito fluídas: não tenho certeza mesmo após ter acabado o livro sobre o que ela pode fazer. Mas tudo bem. Em um panorama geral e computados os méritos do livro, tais pontos não chegam a incomodar.

As personagens são interessantes. Ai Ling é assertiva e instruída, algo bastante raro para as mulheres no contexto do livro, que, como é tão comum em sociedades patriarcais, são consideradas inferiores e de segunda classe. Inclusive, ela discute isso abertamente com Chen Young, quando ele fica surpreso pelo fato dela ter sido educada. É um ponto muito válido para ser abordado pela autora. Já Chen Young é filho de uma Xia com um estrangeiro, e sofre preconceito e desconfiança dos locais pela sua aparência. Em culturas como a chinesa na qual destoar do padrão é tão mau visto, a aparência de Che Young, que deixa claro sua origem, causa-lhe um constante sentimento de deslocamento (ele não é um Xia, mas também não é um estrangeiro). Talvez por isso ele seja sempre tão introvertido e sério, tentando adequar-se ao padrões sociais e corresponder ao que se espera dele. Por último, é digno de nota Li Rong, irmão adotivo de Chen Young (na verdade, é Chen Young que foi adotado pela família de Li Rong ainda bebê) e um giro de 180º em relação a personalidade deste último. Li Rong é expansivo, fala mais do que deve e flerta com basicamente qualquer moça que cruze seu caminho. É o alívio cômico do livro. Já li resenhas dizendo que tal comportamento é absolutamente anacrônico, porque ninguém agia assim na sociedade chinesa antiga. É verdade. Porém, o livro não se passa na sociedade chinesa antiga, mas em um mundo fantástico que simplesmente foi baseado nela. Então, não vejo problema algum.

Gostaria de ver um núcleo de apoio melhor desenvolvido, mas acho que há espaço para isso no segundo livro da série. Silver Phoenix, aliás, termina amarrando o que tinha de ser amarrado, mas deixando espaço para acompanharmos os protagonistas em uma nova jornada, se desejarmos. E obrigada Cindy Pon por um final nada piegas e até bastante realista. 

Por último, tenho que falar da capa: um show a parte. Linda e absolutamente diferente do que se costuma ver em livros infanto-juvenis (embora tenha sérias dúvidas se Silver Phoenix se encaixaria nessa categoria) Infelizmente seu projeto gráfico não foi mantido para a sequência, nem para o paperback, conforme fica bem evidente abaixo.

 A esquerda o paperback, e a direita o hardcover da sequência.

Uma pena. O maior problema talvez seja o fato de termos mais um exemplo aqui do “whitewash”, o processo de branqueamento a la Michael Jackson que as editoras tem feito nas capas dos livros com protagonistas que não  se encaixam na definição “caucasiana”. No caso de Silver Phoenix, a repercussão não foi tão grande quanto em Liar ou Magic Under Glass, mas é evidente para quem quiser ver que isso ocorreu aqui também. A garota na capa de Fury of the Phoenix não tem absolutamente NADA de asiática, como se espera que sejam os traços da protagonista. O livro perdeu sua identidade em termos de capa: Silver Phoenix traduz a estória com perfeição na capa de sua edição hardcover. Mas o paperback e a edição hardcover de sua continuação remetem muito mais a uma fantasia urbana com uma protagonista no colegial do que a um épico no melhor estilo “O tigre e o dragão”.

O triste disso tudo é que, como fica bem claro aqui e aqui, a mudança se deu para “alcançar um público maior”. As vendas de Silver Phoenix não foram boas, em parte porque os leitores viam a dustjacket e descartavam o livro por ter uma protagonista oriental ou por não corresponder ao padrão livro com carão emo na capa. É diferente do que aconteceu com Liar e Magic Under Glass: nesses casos, a editora de pronto fez o “whitewash” na capa; enquanto que no caso de Silver Phoenix a editora apostou em algo original, que por isso mesmo não vendeu (?!). A questão aqui é justamente essa: a editora não é a vilã nesse caso. Ela apostou no diferente, sendo que quem não abraçou foram os leitores.

 Aliás, essa discussão me lembrou disto. LOTR meets Mean Girls. Enfim, totalmente fora do tópico, mas eu PRECISAVA compartilhar.
Infelizmente, é difícil que este livro chegue ao Brasil. É verdade que as editoras nacionais têm apostado cada vez mais nos títulos catalogados como infanto-juvenis pelo mercado norte-americano, mas o que vem sendo adquirido é o padrão best-seller, especialmente fantasias urbanas. É só ver os lançamentos dos últimos meses ou previstos para os próximos por aqui: Gone, Crescendo, Dezesseis Luas, Hex Hall...

Enfim, não estou criticando. Acho que essa é, inclusive, uma estratégia natural das editoras em um primeiro momento. Nós sabemos que o mercado nacional não é tão amplo e livros são um artigo de luxo no Brasil. É mais do que esperado que, observado um novo nicho do mercado, se aposte em títulos mais “seguros”, com grande volume de vendas lá fora. Só daqui há alguns anos talvez tenhamos espaço para o lançamento de livros infanto-juvenis no Brasil que não entraram na lista do The New York Times. É uma pena, mas não há muito o que fazer. O que não significa que não devamos fazer nada.

Senhor, você conhece Jeová  Silver Phoenix?
 
Talvez aí entre o papel dos blogs sobre livros. Entre um best-seller e outro, talvez se um blogueiro der uma chance a um livro como Silver Phoenix, as editoras comecem a identificar que temos mercado para lançamentos menos comerciais (e, confesso, hoje eu tenho minhas dúvidas se isso seria uma realidade). Não estou dizendo que isso constitui uma obrigação dos blogueiros. A maioria absoluta das pessoas que mantém um blog faz isso por diversão. Todo mundo já tem trabalho suficiente offline para transformar um hobby em obrigação, e acredito que falo pela maioria dos blogueiros quando digo que o dia em que manter o blog deixar de me proporcionar momentos de prazer e se transformar em mais uma tarefa, eu simplesmente vou parar de postar.

O que estou dizendo é simplesmente que, sabe quando nós estamos naquele momento angustiante de “ok, o que eu vou ler agora”? Bem, talvez nesses momentos valha a pena arriscar algo novo, sem muitas perspectivas de lançamento por aqui mas que, hei, quem sabe se for bom e a blogosfera começar um buzz a respeito? É, quem sabe.
Narrativa: 5/5
Desenvolvimento das personagens: 4/5
Fator X: Mulan. Sério, é só o que eu vou dizer.
Avaliação Geral: 5/5

12 comentários:

Renata G. de Souza disse...

"Sou uma otaku. E gosto do filme Mulan. Gosto MUITO do filme Mulan." Me descreveu =P

Como eu queria saber ler inglês agora XD sério! adoro histórias que se passam na China antiga *-*

Tbm adoro histórias que as chinesas não são submissas, e sim corajosas, aí partem em uma aventura XD O básico.

E essa história de "Ninguém quer Ai Ling", geralmente ela acaba rodeada de homem gatos XD mas acho que não nesse livro, né? *estou vendo muitos doramas*

A capa é linda demais!!!

Como você disse, é muito raro ter esses livros =/ infelizmente! As pessoas não tem a mente aberta, não gostam do desconhecido...
Quando eu falo para alguém que estou assistindo um drama coreano ou chinês, eles já fazem cara feia, e já pensam que não vão gostar. Mas fazer o que? Eu até tento mudar isso...

Ah, não sei se você viu meu e-mail =D
Agora que estamos falando de Mulan, estou assistindo o kdrama histórico "Sungkyunkwan Scandal". Daquela velha fórmula, as mulheres naquela época têm que casar, não pode estudar, etc, a mocinha decidi ir para um escola de homens, e se disfarçar como um. Adoro! =D
Bjus =*

Nel disse...

Olá Leka, adoro esse livro e até fiz uma postagem recomendando ele em meu blog. http://maisumblogsobrelivros.blogspot.com/

Acho uma pena terem trocado a capa do livro para tentar fazê-lo mais vendável. Mas a história é muito boa e quero ler a continuação.

Abraço.

Dani disse...

"Sou uma otaku. E gosto do filme Mulan. Gosto MUITO do filme Mulan." Me descreveu =P [2]

Mulan é, junto com O Rei Leão, meu filme preferido da Disney. Nem preciso dizer que AMEI a foto do Mushu, né? XD

Eu não gostei taanto assim da capa original, mas com certeza ela era INFINITAMENTE melhor do que a nova capa.

O livro "Ela Só Pensa em Dinheiro" ("She is so money") também tem como protagonista uma garota oriental. Na versão original, colocaram uma guria parecida com a Demi Lovato (?) na capa. Achei legal que a Editora Record lançou o livro aqui no Brasil com uma menina tailandesa (assim como a personagem) na capa. :)

Gostaria que esse livro fosse lançado aqui no Brasil, me pareceu ser muito bom. Até porque eu sou apaixonada pela cultura oriental, e é sempre ótimo ver uma mulher tomando as rédeas de seu próprio destino nessas histórias.

Ah, e foi impossível não rir com a imagem de O Senhor dos Anéis. Legolas todo do tipo "puh-lease, Aragorn".

Haha, adoro seu blog!

Beeijos.

Evellyn disse...

Nossa Leka, gostei mt do seu ponto de vista... a verdade é que tb acho que ultimamente só temos lançamentos por aqui de livros BEM comerciais! é dificil uma editora daqui lançar algo menos comercial...
E realmente a questão da capa foi bem estranho... e hein... Nunca parei pra pensar nessa questão mas é fato que a capa mega influencia a compra - e as vezes isso é ruim!

PS: Eu tb sou Mega fã de Mulan e amei a 'tirinha LOTR' rs ri mt!

Nathalia disse...

"Gosto MUITO do filme Mulan (sim, aquele da Disney, me processe.)" QUERIDA LEKA, te processaria se você gostasse daqueles desenho de Mulan de estúdios obscuros, tipo um que meus irmãos têm em que misturam Mulan E... INSETOS.

Essa mudança de capas é tão idiota. Além do whitewashing, A ORIGINAL É TÃO ÉÉÉPICA, não sei porque pessoas simpatizam mais com essas close-no-rosto-da-garota-zzzzzz :( Ou pedaço do rosto. Enfim.

BOM, me deu muita vontade de ler <3 "Ai Ling é assertiva e instruída, algo bastante raro para as mulheres no contexto do livro, que, como é tão comum em sociedades patriarcais, são consideradas inferiores e de segunda classe." AAAAh, TÃO LEGAL, FEMINISMO, WOOOHOO, alegria, etc.

(aliás, meu nick era Ai alguns séculos atrás... obviamente é um sinal para ler.)

book disse...

Eu AMO Mulan também *-* Tenho o dvd do primeiro e do segundo filme hahahaha :)
Ahh, filmes da Disney são só amor né? *-*
E esse livro parece ser muito bom mesmo! Achei uma pena o que eles fizeram com a capa, realmente não tem nada a ver :S
E é verdade, é uma pena que esses livros não-best-sellers não tenham mais chances aqui no Brasil :(
Enfim, adorei a resenha Léka! Ótima e divertida, como sempre! :D
Beijocas!

P.S: Eee quando o sai o Na Minha Caixa de Correio hein?! :D

Tainã Almeida disse...

Os adultos vivem dizendo que a adolescência é um dos periodos mais marcantes da vida. Mais o que o adolescente pensa disso?

Visita meu blog?

http://blogdeumagarotaadolescente.blogspot.com/

Se gostar do meu blog, segue lá ficarei muiito feliz.
Beijos e desde já obrigada, Atenciosamente Tainã Almeida.

Clarissa Santos disse...

Ahhh, Leka, só você pra me deixar interessa em um livro com uma capa tão... tensa (sei lá, não fui com a cara dela e é, eu julgo pela capa).
enfim, adorei o enredo do livro e sua comparação com Mulan (Disney <3) então eu com certeza fiquei afim de ler! Apoio totalmente sua proposta de tentar chamar a atenção das editoras daqui para livros mais diversificados...! :)

Sora Seishin disse...

Oi Léka!!
Eu também curto Mulan e folclore chinês, não conhecia o livro, mas me interessei pela história.
Eu achei linda a primeira capa do post. Também não gostei de trocarem a capa.
Adoro as fotos com legendas que você coloca :D

Sobre Destino, eu gostei bastante do livro, mas é uma trilogia (como tudo hoje), então a autora enrolou um pouco no desenvolvimento do romance entre os protagonistas. Mas vale a pena ler (eu pelo menos gostei ^^)

Beijos

Niii disse...

Leka, sua flor! *_*
Quanto tempooooo...
Aquele meu post é o meu preferido do blog. Ele não precisa ter muita lógica! hauhau

Pois bem... Eu gostei bastante da idéia do livro. Já tinha lido sobre ele. Eu gosto do filme Mulan, infanto é comigo mesmo.(Não sabia que essa era a categoria do livro ¬¬).
Uma pena o que fizeram com as capas ->"branqueamento a la Michael Jackson" foi ótimo huahauhau

Eu não boto muita fé nessa lista "New york time"... Qualquer livro entra =x
hauhaua

Uma verdade, tem tantos livros bons desconhecidos.
Ahh... já que vc é uma Otaku... procura por esse título "THE MELANCHOLY OF HARUHI SUZUMIYA".

Já conhece!?

bjs

Karin disse...

Olá
Tem indicação de selinhos para você lá no blog!!!
É só acessar:
www.prateleiradecima.com.br

Léka disse...

Rê: "geralmente ela acaba rodeada de homem gatos(...)" SIM (dois é um número razoável, né?)! hahahaha, é sempre assim, mas talvez também seja porque estou vendo doramas em excesso rs

E é verdade, as pessoas em geral costumam "não" gostar desse tipo de coisa sem nem ao menos ter tido contato com elas, o que é uma pena =/! Não sabem o que estão perdendo ;)

Ah, comecei a ver "Sungkyunkwan Scandal" e adorei...Adorei muito =]! Em especial aquele cara que se veste de mulher (esqueci o nome agora) hahaha... Muito obrigada pela dica ;]

Nel: Ah, adorei seu blog! Os lviros que você escolhe para resenhar e comentar são justamente os que despertam a minha curiosidade =]! E sim, independentemente da capa, vou contiinuar a acompanhar a estória. Aliás, até "entendo" o posicionamento da editora: acho que ela realmente tentou fazer algo diferente e que celebra a diversidade, mas quem não comprou a idéia foi o público :/

Dani: Adoro o Mushu também! As melhores frases do filme são dele haha

Não conhecia este "Ela só pensa em dinheiro", mas só o fato da protagonista ser tailandesa já me interessou (diversidade cultural, thank u very much)! A iniciativa da Galera Record foi louvável mesmo, até porque era muito mais cômodo manter a capa original e dizer "bem, só mantivemos a capa original...Não temos nada a ver com isso de white-washing". (acabei de ir ver a capa original - É um clone da Demi Lovato...Que perturbador....)

Eve: Isso mesmo, o problema não é o livro ser "comercial", é que aqui no Brasil só chega literatura infanto-juvenil da lista do TNYT: e a gente sabe que estar na lista não é sinônimo de qualidade, né? Enfim, não culpo as editoras (é muito lógico trazer "Dezesseis Luas" e não "Silver Phoenix") e espero que aos poucos possamos reverter isso :)

Nathi: SIM!! O close no rosto!! POR QUE CÉUS SEMPRE HÁ UM CLOSE NO ROSTO? Juro, vou entrar no curso de psicologia e fazer uma tesa sobe isso e ficar rica - muahahaha

Feminismo! Precisamos mais dele nos livros, chega de prptagonistas sem um pingo de backbone (não consigo encontrar uma tradução para isso agora, estou com mto sono rs)!! E jamais ignorarás os sinais para ler um livro, fato ;]

Lú: Não acho mais o DVD da Mulan para vender...É tão triste! Só tem pela internet e está quase 40 reais (um roubo! Hércules está R$12,90) :/! Ah, a Caixa de Correio vai sair hehe...Um dia...Talvez?

Não, brincadeira rs. Estou me organizando, vamos ver se consigo fazer em breve!

Clarissa: Tensa?? hahaha, só você mesmo! Mas uma amiga minha veio me dizer: "olha, eu não gostei da capa porque as cores são feias" rs Normal, normal =]

Sora: Acho que vou acabar esperando para ler Destino, só para garantir que é uma boa "trilogia" e não apenas um "bom começo de trilogia" (fiz algums sentido agora rs?)!!

E falou em folclore chinês, já estou gostando haha

Nii: Lógica é algo absolutamente dispensável haha Sou muito mais o "fluxo de pensamento" da diva Clarice ;) (uma justificativa muito cult para minha falta de organização de idéias hehe)

E sim, a lista do The NY Times não é lá muito padrão: qualquer livro com carão emo na capa e romance sobrenatural na sinopse entra - triste, mas verdade!!

Ah eu estou louca por esse "The Melancholy of (...)" desde que vi um post da Nathi (Track 3 Kid) a respeito - como uma boa otaku, eu preciso conferir!!

Karin: Muito obrigada =]! Já fui lá conferir!!